Ganância e Corporativismo colocam população no Acre em risco

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Projeto de Lei que prevê medidas complementares de segurança em prevenção e resposta à emergências para o município de Rio Branco, capital do Acre apresentado pela Ver. Rose Costa sofre ataque de grupos motivados por ganância e corporativismo.

Manobras de representantes da corporação de Bombeiros Militares do Estado do Acre através da Associação das Praças dos Bombeiros Militares presidida pelo Sr. Abrahão Púpio e da Associação do Comércio e Indústria do Acre presidida pelo Sr. Celestino Oliveira, com cumplicidade de notícias tendenciosas, distorcidas e carregadas com inverdades publicadas pelo site Acre24h prestaram um perigoso desserviço à Sociedade.

Estes protagonistas articularam infame campanha contra a tramitação de um Projeto de Lei que implementa medidas complementares de prevenção e resposta à emergências, em favor da segurança e proteção de toda a Sociedade, algo de suma importância e que deveria ter o apoio de todos, porém estes protagonistas usaram em suas campanhas de exageros, suposições e inverdades para induzir erro de entendimento sobre o projeto, chegaram ao absurdo de tentar criminalizar a profissão de Bombeiro Civil e as pessoas que a exercem e a defendem.

Em resumo, entre outros pontos importantes o projeto prevê que em locais com grande concentração de pessoas existam Bombeiros civis e em áreas aquáticas haja Guardas-vidas, estes profissionais trabalham para prevenir situações de emergência e, caso elas ocorram, responder afim de minimizar suas consequências.

Por ganância, visando lucros e faturamento a Associação Comercial do Acre ACISA, através de seu presidente Sr. Celestino Bento fantasiou em declarações descabidas que se o projeto virasse Lei as empresas no Acre iriam a falência e essa situação geraria enorme desemprego.

Por corporativismo e vaidade, o Sr Abrahão Púpio, que é sargento na corporação de Bombeiros Militar do Acre e também presidente da Associação das Praças do Corpo de Bombeiros Militar com uso de inverdades grotescas incitou ódio contra a profissão de Bombeiro civil e as pessoas e instituições que promovem seu desenvolvimento usando de campanha difamatória em redes sociais e corpo a corpo com autoridades.

Ambos tiveram por meio de imprensa a mídia local do Jornal Acre 24 horas , cujas matérias publicadas sobre o tema foram feitas de forma sensacionalista, contendo exageros, distorções e inverdades, promovendo apenas um lado da história e induzindo o leitor a erro de entendimento sobre o projeto.

Com cumplicidade destes 3 protagonistas, diversos seguimentos da sociedade fizeram mal juízo sobre o projeto, se deixando enganar e manipular, entendendo como ruim algo que é muito bom, essa manobra foi usada ainda no intuito de denegrir a imagem daqueles que promovem o projeto.

Verificamos notícias publicadas pelo Jornal Acre 24h, percebemos uma prática de tendência politica polarizada em que as notícias não foram feitas num conceito jornalistico neutro e focando o projeto e seu benefício à sociedade, mas sim usados em forma de ataques distorcidos com intuito claro de desmoralizar o projeto e a Vereadora que o apresentou, envolvendo ainda o Prefeito, ambos do PT, isso fica claro ao se ler as notícias apresentadas e a forma ácida, tendenciosa, exagerada e com inverdades com que foram montadas, pervertendo o projeto em entendimento equivocado para usá-lo visivelmente como pretexto aos ataques políticos.

Lamentamos profundamente a forma obtusa como os citados mal entenderam e combateram o projeto e nosso repudio à forma vergonhosa como se empenharam para denigrir a iniciativa, seu objetivo e a imagem das pessoas que nele estão empenhadas, condenamos veemente a campanha infame promovida em redes sociais pelo Sr Abrahão Púpio que promoveu desentendimento, preconceito e cultura de ódio entre Bombeiros militares contra Bombeiros civis, vale ler a nota sobre estas ações.

 

Alerta à toda sociedade Acreana, em especial a população da capital Rio Branco:

Saibam que sem o lobby voraz destas pessoas o projeto já poderia ser Lei aprovada, promovendo assim mais segurança em prevenção e resposta à emergências para toda a população.

Entendemos ainda que, estas pessoas ao obstruírem a tramitação do projeto, assumem parcela de responsabilidade direta por consequências da ausência das medidas nele previstas, qualquer morte, ferimento, dano ou prejuízo sofrido por pessoa, empresas ou instituições vítimas de situação de emergência que poderia ter sido evitada pela presença dos profissionais previstos em locais com grande concentração de pessoas ou nas demais medidas complementares previstas no projeto de Lei que tanto se empenharam para desmoralizar de forma muito infame, mancham suas mãos de sangue e eles devem ser responsabilizados caso ocorram.

Lamentamos que estas pessoas por ganância, visando lucro acima de vidas, caso da Associação Comercial, ou por corporativismo e vaidade afim de manter um status de exclusividade de sua imagem, caso da Corporação Militar, jogaram com a segurança publica e estão prevalecendo com interesses mesquinhos em vez de um bem maior, onde as vítimas podem ser quaisquer pessoas, inclusive das suas próprias famílias.

Na próxima vez que em um local de grande concentração de pessoas houver situação de emergência e for acionada a corporação militar, verifiquem quanto tempo demoram para chegar ao local e vejam as consequências desta demora, saiba que o no projeto que atacaram o tempo resposta previsto é de até 4 minutos havendo equipes de bombeiros civis no local, também em ambientes aquáticos estava prevista a permanência de Guarda-vidas.

Não se deixem enganar ou induzir ao erro sobre o projeto de Lei, não permita que em função de lucro ou vaidade lhe privem das medidas de prevenção e resposta à emergências, independentemente de haver ou não serviço de Bombeiros de corporação militar estadual, o município tem o direito e dever de manter políticas e ações em prol da segurança de seus munícipes, basta ver exemplos como o desastre da Boate Kiss em Santa Maria-RS, o Incêndio do porto Alemoa em Santos-SP e o alarmante índice de mortes por afogamento em todo País.

O projeto é de extrema relevância, ao contrário do que pregam, é viável e tem apoio do Conselho Nacional de Bombeiros Civis, esta importante iniciativa legítima e prudente da Ver. Rose Costa em favor de toda sociedade de Rio Branco não pode ser descontinuada pela ação de poucos em desfavor de muitos, conheça, entenda e apoie, não permita que a sua segurança e/ou dos seus familiares seja desfavorecida, a vítima pode ser você.

O Conselho Nacional de Bombeiros Civis - CNBC Brasil defende que hajam discussões mais aprofundadas e amplas sobre o tema em favor de ações, campanhas e políticas por proteção, prevenção e resposta à emergências em municípios, empresas e comunidades, por um País cada vez mais seguro.

 

Ivan Campos, Presidente CNBC
Bombeiro Nivel 3 - CNBC 010001

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